ORGANIZAÇÕES MEMBRO DA RCA

rcaamazonica-logoA RCA é constituída hoje por 13 organizações membro, sendo 9 indígenas (AMAAIAC, Apina, ATIX, CIR, FOIRN, Hutukara, OGM, OPIAC e Wyty-Catë) e 4 indigenistas (CPI-AC, CTI, Iepé e ISA), representantes de mais de 86 povos indígenas que vivem no bioma da Amazônia e no seu entorno, especialmente nos corredores formados pelas terras indígenas nas seguintes regiões: Acre-Javari/AM; Rio Negro-Roraima; Bacia do Xingu/MT; Amapá-norte do Pará e Complexo Timbira/MA-TO. Enquanto uma rede de articulação, a RCA desenvolve atividades que direta e indiretamente atingem mais de 136 mil índios, de 86 povos distintos, de ambos os sexos e todas as faixas etárias, habitantes das  93 terras indígenas da região amazônica abrangidas pela ação das 13 organizações, habitantes de um território que soma cerca de 47 milhões de hectares de floresta.

Em comum, além da maioria das organizações membro serem parceiras da Rainforest Foundation Norway – RFN, todas as organizações que integram a RCA atuam na Amazônia brasileira, mantêm fortes afinidades políticas, temáticas e metodológicas em seus trabalhos junto a diferentes povos indígenas e vêm buscando, nos últimos anos, influenciar as políticas públicas dirigidas aos índios. O campo de ação dessa articulação foi delimitado pelas organizações membro em termos da realização de atividades coletivas de intercâmbios interculturais, seminários temáticos, encontros regionais, formação de quadros e capacitações, produção e difusão de publicações, monitoramento das políticas públicas indigenistas e ambientalistas e incidência política.

Povos indígenas envolvidos, direta ou indiretamente, pelas ações da RCA através da atuação das 13 organizações indígenas e indigenistas que a integram:

AMAAIC, CPI-AC e OPIAC: Apolima Aarara/Arara do Rio Amônia, Arara Shawãdawa, Ashaninka, Huni Kuĩ /Kaxinawa, Katukina/Noke, Kontnawa, Manxineru, Nawa, Nukini, Puyanawa, Shanenawa, Yawanawá; Yaminawa.

ATIX e ISA: Aweti, Ikpeng, Kaiabi, Kalapalo, Kamaiurá, Kisedje, Kuikuro, Matipu, Mehinako, Nahukuá, Naruvotu, Wauja, Tapayuna, Trumai, Yudja e Yawalapiti.

FOIRN E ISA: Arapaso, Baniwa, Bará, Baré, Barasana, Coripaco, Desana, Dow, Hupda, Karapanã, Kubeo, Kotiria, Makuna, Mirity-tapuya, Nadöb, Pira-tapuya, Siriano,Tariana, Tukano, Tuyuca, Yuhupde, Warekena e Yanomami.

Hutukara: Yanomami, Yekuana.

CIR: Macuxi, Wapichana, Sapara, Waiwai, Yanomami, Ingarico, Taurepang, Patamona, Maiogong e Yekuana.

CTI e OGM: Marubo, Matis, Mayuruna/Matsés, Kulina, Kanamari e Tyohom-dyapá (e povos indígenas isolados em fase inicial de contato, como os Korubo, também falantes de língua da família Pano).

CTI e Wyty-Catë: Apinayé, Krahô, Krikati, Gavião Pykobjê, Gavião Parkatejê, Canela Apanjekra, Canela Ramkokamekra, Krepynkatejê, Krênjê.

Iepé e Apina: Wajãpi, Galibi Marworno, Karipuna, Palikur, Galibi Kali´na, Aparai, Katxuyana, Tiriyó, Wayana e Zo’é.

Campo de atuação das organizações membro da RCA:

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AMAAIAC – Associação do Movimento dos Agentes Agroflorestais Indígenas do Estado do Acre

A Associação do Movimento dos Agentes Agroflorestais Indígenas do Estado do Acre foi fundada em 2002 e tem como missão principal preservar, conservar e proteger as florestas do Estado do Acre por meio de uma ação constante de monitoramento e gestão territorial e ambiental das Terras Indígenas.

Linhas de atuação: Sua atividade específica está relacionada ao manejo e enriquecimento dos sistemas agroflorestais existentes, à criação de quelônios, melíponas, piscicultura e animais domésticos, à revitalização e conservação de sementes pré-colombianas, à regionalização da merenda escolar, análise do problema do lixo nas comunidades, além da reflexão sobre estratégias para contornar o fenômeno da apropriação indevida dos recursos naturais dentro das TIs.

Contato: [email protected]  – telefone: (68) 3223- 3177
CENTRO DE FORMAÇÃO DOS POVOS DA FLORESTA – Estrada Transacreana KM 7 – CEP: 69900-000
Rio Branco – Acre – Brasil

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Apina – Conselho das Aldeias Wajãpi

O Conselho das Aldeias Wajãpi foi fundado em 1994 reunindo todos os chefes Wajãpi de famílias extensas, que escolheram sua diretoria. Seus objetivos principais são garantir uma representação mais direta da comunidade junto às autoridades e buscar soluções para reorientar o relacionamento com as agências que atuam na área – Terra Indígena Wajãpi/AP.

Linhas de atuação: Destacam-se as ações, em parceria com o Iepé, em prol da demarcação e permanente fiscalização da TI Wajãpi, a formação de professores, pesquisadores e agentes de saúde indígenas, o fortalecimento político e gestão de associações, além de iniciativas de discussão sobre gestão ambiental e territorial, fator decisivo para a manutenção de sua qualidade de vida e para a conservação ambiental de seu território.

Contato: [email protected]  – telefone: (96) 3224-2113
Centro de Formação e Documentação Wajãpi – CFDW Posto Aramirã – Terra Indígena Wajãpi
Pedra Branca do Amapari e Laranjal do Jari/AP

image1ATIX – Associação Terra Indígena Xingu

A Associação Terra Indígena Xingu foi fundada em 1995 para defender os interesses e as culturas das comunidades indígenas locais e fiscalizar os limites do Parque Indígena do Xingu (1961, MT). O parque abriga cerca de 7 mil habitantes, de 16 povos (Aweti, Txikão/Ikpeng, Kaiabi, Kalapalo, Kamaiurá, Kisedje, Kuikuro, Matipu, Mehinako, Nahukuá, Naruvotu, Wauja, Tapayuna, Trumai, Yudja e Yawalapit), que compartilham 2,8 mil hectares de terra demarcada – 14 delas fazem parte da Atix, que incorpora nos seus quadros pessoas de diferentes etnias e tem operado como importante meio de interlocução com a sociedade nacional e fomento de projetos de educação, alternativas econômicas e proteção do território.

Linhas de atuação: Na sua pauta, constam projetos de revitalização cultural, proteção e fiscalização do território, além de programas de educação, saúde e alternativas econômicas. A Atix conta com apoio institucional da Rainforest Foundation da Noruega e assessoria do ISA.

Contato: [email protected] – telefone:(66) 3478-1948
ATIX – Associação Terra Indígena Xingu – Av. Mato Grosso, 627 – CEP: 78.640-000  Centro/Canarana-MT

image1CPI/Acre – Comissão Pró-Índio do Acre

A Comissão Pró-Índio do Acre foi criada em fevereiro de 1979 para apoiar os povos indígenas do Acre (Huni Kuĩ/Kaxinawa, Shawãdawa, Ashaninka, Yawanawa, Manxineru, Noke Koe/Katukina, Puyanawa e Nukini) em algumas de suas lutas pela conquista e o exercício de direitos coletivos – territoriais, linguísticos, sócio-culturais – por meio de ações que articulem a gestão territorial e ambiental das terras indígenas, a educação intercultural e bilíngue e as políticas públicas.

Linhas de atuação: Programa de Educação e Pesquisa Indígena, Programa de Gestão Territorial e Ambiental, Programa de Politica Pública e Articulação Regional, Setor de Geoprocessamento, Setor Administrativo e Financeiro.

Contato: [email protected] – telefones: (68) 9975-2325 / 9984-5661
CENTRO DE FORMAÇÃO DOS POVOS DA FLORESTA
Endereço: Estrada Transacreana KM 7 –  CEP: 69.900-000 – Caixa Postal n. 61 – Caixa Postal 61 – Correios Agência Centro – Rio Branco/AC – Brasil

image10CIR – Conselho Indigenista de Roraima

O Conselho Indígena de Roraima é uma organização indígena sem fins lucrativos, com atuação em nível local, regional, nacional e internacional, que é hoje o principal interlocutor das comunidades indígenas do Estado de Roraima frente às autoridades e órgãos competentes com objetivo da garantia dos direitos destes povos (Macuxi, Wapichana, Sapara, Waiwai, Yanomami, Ingarico, Taurepang, Patamona e Maiogong e Yekuana). A luta pelo reconhecimento da Terra Indígena Raposa Serra do Sol foi o agente principal para a criação e fortalecimento do CIR, e prolongou-se por mais de 34 anos. Mesmo com a homologação da terra em abril de 2005, o sofrimento dos povos indígenas continuou, com casas e pontes queimadas, escolas destruídas, devastação ambiental e um ambiente de insegurança diante da presença dos invasores. Está formado por oito conselhos regionais que congregam em torno de 220 comunidades indígenas distribuídas em 46% da superfície do estado de Roraima.

Linhas de atuação: Entre os objetivos principais estão a defesa dos direitos e interesses dos povos indígenas, fortalecimento da autonomia e apoio judicial e extrajudicial ao respeito dos interesses indígenas, estímulo e apoio à autonomia cultural, econômica e social dos povos indígenas, desenvolvimento de atividades nas áreas de saúde, educação, cultura, meio ambiente, desenvolvimento econômico e bem-estar social dos povos indígenas, apoio aos processos de demarcação, regularização e garantia dos territórios indígenas.

Contato: [email protected] – telefone: (95) 3224-5761
Conselho Indígena de Roraima – Av. Sebastião Diniz, 2630, Bairro São Vicente, CEP: 69.303 – 475  Boa Vista/RR

 

image14CTI – Centro de Trabalho Indigenista

O Centro de Trabalho Indigenista é uma associação sem fins lucrativos, fundada em março de 1979 por antropólogos e indigenistas. Tem como marca de sua identidade a atuação direta em Terras Indígenas por meio de projetos elaborados a partir de demandas locais, visando contribuir para que os povos indígenas assumam o controle efetivo de seus territórios, esclarecendo-lhes sobre o papel do Estado na proteção e garantia de seus direitos constitucionais. Atua em Terras Indígenas inseridas nos Biomas Amazônia, Cerrado e Mata Atlântica.

Linhas de atuação: Controle territorial e gestão ambiental (monitoramento e regularização fundiária, proteção territorial, apoio a atividades tradicionais, a alternativas econômicas e ao manejo sustentáveis) e ações de formação e referência cultural (formação de pesquisadores indígenas e a manutenção/fortalecimento das práticas socioculturais das sociedades indígenas, educação escolar, propostas culturais e ambientais e projetos políticos).
No âmbito da RCA atua em parceria com as organizações indígenas Wyty Catë, através do Programa Timbira que tem como meta global de desenvolvimento o fortalecimento da unidade sócio cultural Timbira, a configuração de novas estratégias políticas em sua relação com a sociedade nacional e a preservação do cerrado, habitat tradicional desses povos; e com a Organização Geral dos Povos Mayuruna-OGM através do Programa Javari que tem como meta global de desenvolvimento a preservação da Terra Indígena Vale do Javari, Amazonas, em sua biodiversidade ambiental e sua diversidade cultural para o usufruto exclusivo dos povos indígenas que nela habitam, considerando estes povos como sujeitos de sua história.

Contatos: [email protected] – telefone: (11)2935-7769
– CTI São Paulo/SEDE – Rua Euclides de Andrade, 91 Jardim Vera Cruz – CEP 05.030-030, São Paulo/SP
– CTI Brasília/DF – tel: (61) 3349-7769  SCLN 210 Bloco C Sala 217  Cep: 70.862-530,  Brasília-DF
Centro de Ensino e Pesquisa Pënxwyj Hempejxà – Maranhão
Correspondências: Caixa Postal nº 30 – BR 010 – km 18 – Próximo ao povoado do Canto Grande- CEP: 65980-000, Carolina/MA
FrutaSã, Indústria, Comércio e Exportação SA.BR 010, nº 02 Maranhão – MA Bairro Sucupira – CEP: 65.980-000, Carolina-MA Tel/fax: +55 (99) 3531-2199  – [email protected]
– CTI Amazonas – tel: (97) 3412-3991  Travessa da Ajuricaba, 05, Comunicações, Cep: 69640-000, Tabatinga/AM

image6FOIRN – Federação das Organizações Indígenas do Rio Negro

A Federação das Organizações Indígenas do Rio Negro, associação civil, sem fins lucrativos, sem vinculação partidária ou religiosa, fundada em 1987 e reconhecida como de utilidade pública estadual nesse mesmo ano, lei n. 1831/1987, é uma aliança de cooperação e colaboração mútua, que respeita a diversidade cultural e religiosa da região composta por 05 coordenadorias que reúnem mais de 89 organizações de base, representantes das comunidades indígenas distribuídas ao longo dos principais rios formadores da bacia do Rio Negro, no Amazonas. São cerca de 750 aldeias, onde habitam mais de 35 mil indígenas, compreendendo aproximadamente 10% da população indígena no Brasil, pertencentes a 23 grupos étnicos diferentes, representantes das famílias linguísticas Tukano, Aruak, Maku e Yanomami, numa área de 11,6 milhões de hectares de terra que incluem os municípios de São Gabriel da Cachoeira, Santa Isabel do Rio Negro e Barcelos.  A sede da FOIRN, situada no município de São Gabriel da Cachoeira, funciona como escritório, centro de apoio logístico e de comunicação radiofônica com mais de 40 organizações de base, sendo que cada uma delas representa um número variável de comunidades indígenas distribuídas ao longo dos principais rios formadores da bacia do Rio Negro.

Linhas de atuação: A FOIRN tem como objetivos centrais a demarcação das terras indígenas na região do Rio Negro, no estado do Amazonas; a promoção de ações na área da saúde, educação, educação diferenciada e ações voltadas à juventude indígena, desenvolvimento sustentável e auto-sustentação, considerando essencial a manutenção da autonomia dos povos indígenas, a valorização das culturas, o desenvolvimento da medicina tradicional e o desenvolvimento de outras atividades culturais que visam a melhoria das condições de vida dos povos indígenas da bacia do Rio Negro.

Contato:  [email protected] e [email protected] – telefones: (97) 3471-1632 e 3471-1001
Federação das Organizações Indígenas do Rio Negro- Av. Álvaro Maia, Nº 79, Caixa Postal 42 – Centro  CEP 69750-000 – São Gabriel da Cachoeira/AM  –  Skype: secretaria.foirn

image7HAY – Hutukara Associação Yanomami

A Hutukara foi criada em 2004 na aldeia Watoriki, Terra Indígena Yanomami e tem sede em Boa Vista/RR, é composta pela Assembléia Geral, Diretoria e Conselho de Representantes Regionais, contando, a partir de 2008 com cerca de 200 membros. As atividades e projetos da HAY são discutidos e decididos nas Assembleias Gerais e são apoiados por organizações não-governamentais brasileiras e estrangeiras, empresas e governo federal. Além disso, os professores Yanomami, assim como os Agentes Yanomami de Saúde, também contribuem. Através da parceria com o Instituto Socioambiental são realizados projetos de Educação Intercultural e Gestão Territorial.

Linhas de atuação: Planos de vigilância e combate ao garimpo, radiofonia, mudanças climáticas, garantir através de políticas públicas, atendimento de saúde e educação de qualidade para seu povo, assim como a defesa do território contra ação de invasores, garantido a preservação dos recursos ambientais indispensáveis para a vida dos povos Yanomami e Yek’uana.

Contato: [email protected] – Telefone: (95) 3224-6767 e (95) 3624-1468
HutukaraRua Capitão Bessa, 143. São Pedro – Boa Vista/RR CEP 69.306-620


image11Iepé – Instituto de Pesquisa e Formação  Indígena

O Iepé – Instituto de Pesquisa e Formação  Indígena, organização não governamental, sem fins lucrativos, fundada em 2002 por profissionais de diversas áreas (antropólogos, biólogos e educadores) que atuam junto às comunidades indígenas no Amapá e do Norte do Pará (Waiãpi, Galibi Marworno, Karipuna, Palikur, Galibi do Oiapoque, Aparai, Katxuyana, Tiriyó, Wayana e Zo’é ) tem como objetivo central contribuir para o fortalecimento cultural e político e para o desenvolvimento sustentável das comunidades indígenas envolvidas visando o fortalecimento de suas formas de gestão comunitária e coletiva, para que os direitos destas populações enquanto povos diferenciados sejam respeitados. A ação regional é voltada tanto à construção de alianças entre os povos indígenas e populações que vivem no entorno das Terras Indígenas – castanheiros, assentados e gestores de Unidades de Conservação – quanto à proteção e conservação das florestas da região. Age em prol do respeito aos seus direitos enquanto populações diferenciadas e da conservação das florestas e desenvolve um projeto de articulação transfronteiriça que contempla os povos indígenas do Planalto das Guianas (Amapá, Norte do Pará, Guiana Francesa e Suriname).

Linhas de atuação: As atividades do Iepé são realizadas de acordo com três linhas principais de trabalho, cujas metas estão sempre articuladas entre si: educação e valorização cultural, fortalecimento político e gestão territorial e ambiental nas TIs. Promove uma série de ações junto às comunidades indígenas e suas organizações representativas, como formação, capacitação, monitoramento de políticas públicas e articulação- local, regional, nacional e internacional- dos povos indígenas em torno questões de interesse coletivo. Programas: Waiãpi, Oiapoque, Tumucumaque e Articulação Regional.

Contato: [email protected] telefones: (11) 3746-7912 / 3569-4973 / 3569-4936
– Escritório São Paulo: Rua Professor Monjardino, 19 – Vila Sônia – CEP 05625-160
– Escritório Macapá/AP: Rua Leopoldo Machado, 640 CEP 68908-120 tel: (96) 3222-2400 / 3223-7633
– Escritório Oiapoque: Rua Lélio Silva 91 – Altos Oiapoque/AP CEP 68980-000 tel: (96) 8103-1111

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ISA – Instituto Socioambiental

Fundado em 1994 para propor soluções de maneira integrada a questões sociais e ambientais, o Instituto Socioambiental (ISA), organização da sociedade civil brasileira, sem fins lucrativos, tem como objetivo principal defender bens e direitos sociais, coletivos e difusos relativos ao meio ambiente, ao patrimônio cultural, aos direitos humanos e dos povos.

Linhas de atuação: O ISA está estruturado em programas que têm por base as seguintes linhas de ação: defesa dos direitos socioambientais, monitoramento e proposição de alternativas às políticas públicas, pesquisa, difusão, documentação de informações socioambientais, desenvolvimento de modelos participativos de sustentabilidade socioambiental e fortalecimento institucional dos parceiros locais. Atua em parceria com organizações indígenas locais, com alcance de 49 povos indígenas: Yanomami, Ye’kwana, Waiwa, povos da TI Raposa Serra do Sol, os 16 povos do Xingu e Panará, assim como os povos do Rio Negro (povos de língua Tukano Oriental, Maku e Aruaque da região do alto e médio Rio Negro, Amazonas).

Contatos:  [email protected]  – telefone: (11) 3515-8900
– ISA São Paulo: Av. Higienópolis, 901 SL 30 São Paulo , SP 01238-001
– ISA Brasília: SCLN, 210 Bloco C sala 112 Brasília , DF 70862-530
– ISA Altamira: Rua dos Missionários, 2589, Esplanada do Xingu Altamira , PA 68372-030
– ISA Boa Vista: Rua Presidente Costa e Silva, 116 Boa Vista , RR 69306-670
– ISA Canarana: Av. São Paulo, 202 Canarana , MT 78640-000
– ISA Manaus: Rua Costa Azevedo, 272- 1° andar – Largo do Teatro – Centro Manaus , AM 69010-230
– ISA São Gabriel da Cachoeira: Rua Projetada, 70 Centro São Gabriel da Cachoeira , AM 69750-000

image1OGM – Organização Geral Mayuruna

Criada em 2009, a OGM é a primeira organização do povo Mayuruna e tem desempenhado papel importante na articulação Binacional deste povo contra a exploração de petróleo dos povos indígenas em isolamento e na vigilância e monitoramento nas quatro calhas dos rios Médio Rio Javari, Curuça, Pardo e Jaquirana que poderia afetar o território ancestral Matses em ambos os lados da fronteira Brasil/Peru. Desde a sua fundação tem atuado em articulação com organizações governamentais e não-governamentais brasileiras e peruanas e, em especial, com a Comunidad Nativa Matsés, organização dos Mayuruna/Matsés que vivem no lado peruano da fronteira.

Linhas de atuação: Defesa de direitos do povo Matsés na fronteira Brasil/Peru; Gestão territorial e ambiental; Valorização dos conhecimentos tradicionais e sua transmissão.

Contato:  [email protected] – telefone: (97) 91724795
CTI Tabatinga/AM -Travessa da Ajuricaba,  n° 05 Bairro Comunicações Cep: 69640-000 Tabatinga-AM Fone: (97) 3412-3991 Amazonas – AM

 

image14OPIAC – Organização dos Professores Indígenas no Acre

A Organização dos Professores Indígenas no Acre foi criada em 2000 com o objetivo principal de representar e defender a política educacional, em âmbito local, nacional e internacional, as idéias de educação indígena diferenciada em sua relação permanente com a defesa dos territórios e a gestão ambiental, baseadas na valorização da cultura tradicional dos povos indígenas do Acre (Kaxinawá, Ashaninka, Manchineri, Katukina, Arara, Shanenawa, Yawanawá, Jaminawa, Apolima Aarara, Kontawanawa).

Linhas de atuação: Dentre os objetivos da organização figuram a preservação, registro e difusão das formas de educação tradicional desenvolvidas nas aldeias, assim como as formas de manifestação cultural, de conhecimentos e as histórias próprias de cada povo indígena. Para tanto, organiza em parceira com outras entidades locais, seminários que visam debater, nas terras indígenas, temas como política pública de educação, valorização cultural, política linguística, política ambiental etc., com a participação de professores, lideranças, agentes agroflorestais indígenas, mulheres e outros professores indígenas que ainda não são sócios.

Contato: [email protected]  – telefone: (68) 3223- 3177
CENTRO DE FORMAÇÃO DOS POVOS DA FLORESTA – Endereço: Estrada Transacreana KM 7
Caixa Postal n. 61 – CEP: 69900-000 – Rio Branco – Acre – Brasil

Imagem1Associação Wyty-Catë das Comunidades Timbira do Maranhão e Tocantins

A Associação Wyty-Catë das Comunidades Timbira do Maranhão e Tocantins congrega os povos Krahô, Gavião-Pykopjê, Krikati, Apinajé, Canela-Apãnjêkra e Canela-Ramkokamekra, falantes de uma língua do tronco Jê e ocupantes tradicionais de uma grande extensão de terras situada nos cerrados do norte do Tocantins e sul do Maranhão. A Associação Wyty Catë representa os povos Timbira na relação com as instituições da sociedade nacional, visando influenciar políticas em saúde, educação, conservação ambiental e outras áreas, de modo a garantir as práticas sócio-culturais diferenciadas e a integridade de seus territórios.

Linhas de atuação: Em sua pauta política a Associação Wyty-Catë tem uma trajetória de ações importantes na área de Educação, organizou cursos de capacitação de professores indígenas, formando a Comissão de Professores Timbira (CPT) e implementou uma escola diferenciada, a Escola Timbira. Na Saúde, discute e articula com os órgãos de saúde indígena a criação do DSEI Timbira. E na busca por um outro modelo de desenvolvimento regional é proprietária, em sociedade com o Centro de Trabalho Indigenista, da Agroindústria FrutaSã Comércio e Exportação Ltda, que processa e comercializa polpas de frutas do cerrado fornecidas por agroextrativistas do entorno das TIs. Tem ainda acompanhado o processo de licenciamento ambiental e conseguiu garantir importantes medidas de compensação e mitigação pela instalação da Usina Hidrelétrica do Estreito/MA, que impactará várias terras indígenas. Os Timbira colocaram como condicionante de instalação do empreendimento a regularização fundiária das TI Kraolândia, Apinajé, Governador cujas reivindicações dizem respeito, prioritariamente, à revisão de terras indígenas identificadas no passado.

Contato: [email protected] – telefone: (99) 98217-1514
ASSOCIAÇÃO WYTY CATI DAS COMUNIDADES TIMBIRA DO MARANHÃO E TOCANTINS
Rua Gomes de Sousa, 344 – Centro – Carolina /MA  –  CEP: 65980-000

Rede de Cooperação Amazônica

A RCA tem como missão promover a cooperação e troca de conhecimentos, saberes, experiências e capacidades entre as organizações indígenas e indigenistas que a compõem, para fortalecer a autonomia e ampliar a sustentabilidade e bem estar dos povos indígenas no Brasil.