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FOIRN e Associações de Professores Indígenas do Rio Negro repudiam o veto presidencial ao PL 5.954/13

image6A Federação das Organizações Indígenas do Rio Negro – FOIRN, a Associação de Professores Indígenas do Rio Negro – APIARN,  a Comissão dos Professores Indígenas do Alto Rio Negro – COPIARN, os Coordenadores das Escolas Indígenas do Alto Rio Negro e os Assessores Pedagógicos Indígenas – APIs repudiam o veto presidencial da proposta de Lei nº 5.954 de 2013 que visa assegurar às comunidades indígenas a utilização de suas línguas maternas, bem como de processos próprios de aprendizagem e de avaliação que respeitem suas particularidades culturais, na educação básica, na educação profissional e na educação superior.

A carta foi elaborada durante a na IV Assembleia Ordinária da Associação dos Professores Indígenas do Rio Negro, no Amazonas, apresentada e aprovada na 30ª Reunião do Conselho Diretor da FOIRN, entre 19 a 21 de janeiro.

No documento as organizações do Rio Negro destacam que o Brasil precisa se descolonizar, precisa reconhecer a presença da diversidade linguística e cultural do país e respeitar os direitos assegurados por lei, não só dos povos indígenas, mas de todos os brasileiros.

Para acessar o documento na íntegra.

O veto vem para dar o golpe fatal a uma educação já limitada e frágil

image1Confira a entrevista que a antropóloga e linguista Bruna Franchetto, professora do Museu Nacional da UFRJ, concedeu a Tatiane Klein, do Instituto Socioambiental (ISA), sobre o veto da Presidente Dilma Rouseff ao projeto de lei que traria inovações à Lei de Diretrizes e Base da Educação Nacional (LDB) no tocante a educação escolar indígena.
2015 RCA IV mod Mauricio Yekuana (23)Qual sua opinião sobre o veto da presidência da República ao PL que inseria na LDB a possibilidade de critérios diferenciados de avaliação para escolas indígenas e ampliava o uso de línguas indígenas para os ensinos médio, profissionalizante e superior?

Um desastre, um atraso vergonhoso, declaração de ignorância e sede colonialista, na contramão do que acontece no mundo.

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Universidade Federal de MG repudia o veto da presidente contra o projeto de lei que aprimora a legislação de educação indígena

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O curso de Licenciatura em Formação Intercultural para Educadores Indígenas da Faculdade de Educação da Universidade Federal de Minas Gerais emitiu um manifesto de repúdio ao veto presidencial relativo ao Projeto de Lei PL 5954/2013, de iniciativa do Senador Cristovam Buarque (PDT/DF), que visa alterar a Lei de Diretrizes e Bases da Educação Nacional (LDB) para fazer respeitar o direito à educação específica e diferenciada dos povos indígenas no Brasil, inclusive no processo de avaliação.

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Rede de Cooperação Amazônica

A RCA tem como missão promover a cooperação e troca de conhecimentos, saberes, experiências e capacidades entre as organizações indígenas e indigenistas que a compõem, para fortalecer a autonomia e ampliar a sustentabilidade e bem estar dos povos indígenas no Brasil.